O modo como olhamos para os espaços depende dos significados que lhes atribuímos.
A casa da nossa infância será sempre a "nossa casa"... a primeira, a que sempre existirá, a derradeira.
Os casebres onde fomos passeando os nossos ossos boémios e universitários representarão sempre o convívio, a partilha, o desespero, a má nutrição, as noites mal dormidas e, acima de tudo, o conhecer do "mais além".
O primeiro local onde trabalhámos... o desafio, a avaliação, o medo de falhar e a felicidade de aprender (sempre e cada vez mais).
Se olharmos para trás é isto que nos fica! Se ficarmos para além do tempo, é isto que esquecemos...
Por agora, vou gerundiar para outro lado... pode ser que reencontre o desafio, o medo de falhar e que aprenda sempre e cada vez mais.
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