...a realidade muda com o tempo... os hábitos, as modas, os conceitos e os valores!
Redifinem-se e reorganizam-se vontades e vaidades. Colocam-se em campos distintos e contrários a rigidez das religiões e a moral do homem.
Do muito, excessivo e agrilhoante caminhamos para o nada, para o subjetivo e relativo.
Relativismos à parte... mudam-se os tempos e as vontades. O que era deixará de ser. Diz-se que é mesmo assim, que é o ciclo geracional (uma atrás da outra num movimento de apropriação da realidade). Resta-me perguntar: o ciclo irá fechar-se outra vez? voltaremos à bestialidade?
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Provavelmente ainda vamos descer alguns degraus no inferno da bestialidade... Até ressurgir novo ciclo...
ResponderExcluirNão acho que subjectividade ou relatividade tenham de estar associadas ao Nada (ou a algo de tão negativo). Relativizar pode dar possibilidade de questionar e consequentemente Pensar. Ou seja, só caminharemos para o Nada se Nada for perguntado e desafiado!
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Relativizar é bom sim. Geralmente gera frutos e resultados interessantes.
ResponderExcluirO problema não é o quanto relativizamos as coisas, mas sim como o fazemos.
Pensar? De facto, escapar ao absolutismo, colocar em causa valores nunca antes questionados, é o primeiro caminho para o pensamento... do nada nasce muito.
Mas mais uma vez digo: a questão reside no caminho que nos leva ao relativo. Quando perdemos linhas orientadoras de pensamento e de valores e não colocamos, de forma consciente, outras no seu lugar... nada importa... nada nos rege... e rumamos sem norte.